sexta-feira, 26 de setembro de 2008

"Orion"


No dia 27 de setembro de 1986, o mundo do heavy metal perdia Cliff Burton, baixista do Metallica e um dos baixistas mais influentes do estilo até hoje.
Dono de um jeito único de tocar contrabaixo, de um comportamento agressivo e ao mesmo tempo mágico em cima dos palcos, Cliff Burton gravou com o Metallica três grandes álbuns (“Kill’Em All”, “Ride The Lighting” e o “Master Of Puppets”), sendo o “Master Of Puppets” considerado por muitos o melhor álbum de heavy metal lançado nos anos 80.
Com a sua morte em um trágico acidente com o ônibus da turnê que faziam pela Europa, Cliff Burton deixou uma legião de amantes do heavy metal órfãos do Metallica. Pois, após a sua morte, o “And Just For All” talvez seja o melhor trabalho da banda lançado até hoje – não desmerecendo o “Black Album”, o “Load” e o “ReLoad”, que são bons discos, mas...

“Lembro bem de quando comecei a tocar contrabaixo em meados de 2000. Eu e mais dois amigos (Daniel Abreu e Raoni Novellino) resolvemos montar uma banda de rock e, na falta de um baixista, tive que assumir o posto. Sempre toquei guitarra e, ao assumir esse posto, minha primeira referência foi Cliff Burton. Nunca cheguei e nem chegarei tão perto da sua maneira fascinante de tocar, mas tê-lo como referência na música tem sido muito importante”.

A todos os baixistas e apreciadores do bom e velho Metallica – em especial Christiane Burton – deixo aqui minha homenagem a Cliff Burton.


Beijos e abraços, fiquem bem...

Obs: eu ainda não escutei o "Death Magnetic", então...

domingo, 21 de setembro de 2008

Tenham uma ótima semana...

Olá,

Escarificação é uma arte que, diferente da tatuagem, consiste em marcar o corpo com desenhos feitos com uma lâmina. Ao invés de fazer os desenhos utilizando tinta, o desenho é feito com cortes, retirando uma pequena lasca da pele da pessoa.


Alias, em outubro acontecerá a 12º Convenção de Tatuadores. Logo postarei algo sobre este evento.

Essa última semana foi triste, mas...

Humn, gostaria de deixar dois beijos especiais: pra Roseli Santos, ela disse que está sempre lendo o "Ecos do meu silêncio..."; e pra Ângela H. Teixeira, um amor de pessoa. A Roseli e a Ângela são da facul de psicologia e as vi nessa última sexta-feira.

No mais, tenham uma ótima semana.

Beijos e abraços, fiquem bem...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Ai, Guilhermina Guinle...

Bom, na falta de um assunto, resolvi postar sobre o meu dia de ontem...


Bem, acordar e sair da cama foi algo complicado. Fazia frio, o sono estava gostoso e a cama e o edredom não colaboravam, os dois fizeram de tudo para que eu não saísse de lá. Ainda resisti por mais meia hora, mas logo tive que sair e me preparar para mais um dia de trabalho. Depois de ter tomado meu banho e vestir minha roupa, tomei meu café, preparei minhas coisas e segui para o trabalho.


Enquanto seguia para o trabalho, fiquei pensando em algo para postar neste lugar. Pensei em algo relacionado à política (eleições, candidatos, essas mensagens direcionadas aos eleitores sobre como “votar certo”, sobre o comportamento das pessoas diante dos candidatos...), mas logo fiquei desanimado. Já no trabalho, li meus emails, li algumas notícias em destaques nos sites Whiplash.net, Acritica, UOL, IG, G1 e Terra. Vi minha página no myspace.com, vi o meu blog e, em seguida, li o blog da Jennifer. Depois fui para o laboratório de engenharia. Antes, falei com as zeladoras – Christina, Marilza e Fabrícia.


Chegando no laboratório de robótica, tive que montar o braço mecânico que havia acabado de chegar de um workshop em outra unidade da empresa que fica em Santos. Depois de montado, funcionei o braço mecânico e logo constatei que ele voltou danificado, o que já era esperado. Detalhe: o braço mecânico não tem um ano de uso, ele custa uma grana e ficou na mão de pessoas que não tem conhecimento algum sobre o equipamento. Agora, terão que arcar com o prejuízo que não será só financeiro.


Depois disso, fiz um documento para o chefe, o “todo poderoso”, para informá-lo do acontecido. Fora isso, nenhuma novidade, apenas o de sempre: preparamos o laboratório de engenharia elétrica para uma aula sobre motores elétricos... Ah, no intervalo ouvi o álbum “Angels Cry”, fazia um tempinho que não o escutava e relembrei o tempo de Uned, lembrei do doido do Raoni (nós tínhamos uma banda de rock e ficávamos viajando nos comentários sobre este álbum do Angra, depois dos ensaios o destino era a casa da Izabela, depois um x-salada no conjunto Tiradentes aonde encontrávamos com a “galerinha” de lá... Era um tempo divertido, ainda não tinha que trabalhar...).


Ah, enquanto fazia o documento para o “todo poderoso”, escutei um pouco de Secos & Molhados no pc dele. Essa banda é muito louca!


Voltando ao trabalho... Bom, trabalho é trabalho. É melhor pular essa parte.


Ah, passei o dia na espectiva, pois aguardava o telefonema de uma empresa na qual fiz uma entrevista na semana passada. Ficaram de me dar uma resposta essa semana.


Indo para casa perdi o ônibus e tive que voltar de trem. Voltar de trem é chato pq acaba sendo um processo demorado.

Já em casa, assisti o final de uma reportagem sobre o desmatamento na Floresta Amazônica. Não consigo entender como esse problema pode ser algo tão “comum” e pq um país que é dono da maior reserva florestal do planeta não faz nada. Depois assisti o Jornal da Globo com mais notícias sobre problemas ambientais só que agora era sobre o degelo do Pólo Norte, também vi que teve um artista plástico inglês que ficou cheio da grana pq conseguiu vender suas obras e, por último, vi que o governo americano tirou uma grana, US$ 85 bilhões, dos cofres públicos para salvar a maior seguradora do mundo, a AIG. Alias, esta crise tem me chamado a atenção. Bom, depois tive que comer.


Ah, ainda vi um pouco do programa do Jô Soares que começou com a apresentação de um pianista de jazz que nem lembro o nome, pois de todos os convidados, só consigo lembrar da atriz Guilhermina Guinle que, além de ter um lindo nome, é um espetáculo de mulher. Essa pediu pra ser bonita e abusou! Nem assisti toda a entrevista dela pra não correr o risco me apaixonar por ela :)

Ai, Guilhermina Guinle...

No mais é isso.

Putz, não acredito que escrevi isso...

Mas a Guilhermina Guinle, tisc, tisc, tisc, tisc...

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

"Hello, I'm Johnny Cash"

Quando ouvi suas músicas pela primeira vez, Johnny Cash já tinha pouco mais de quatro décadas de carreira. Nesse período, ele estava trabalhando em seus American’s..., que contaram com a produção de Rick Rubin, produtor com quem começou a trabalhar no anos 90 e que o acompanhou até o fim da sua carreira. Depois fui conhcendo os seus primeiros trabalhos que contavam com o Tennessee Two, com Luther Perkins na guitarra e Marshall Grant no contrabaixo.

Apesar do grande sucesso, a carreira de Johnny Cash chama bastante a atenção pelo fato dele ter sido um cara que enfrentou grandes altos e baixos na vida. Os baixos a que me refiro foram pauleira mesmo.

A maior responsável por fazer com que Johnny Cash saísse da sua difícil fase foi o seu grande e verdadeiro amor, June Carter. Quando os dois se conheceram, Johnny Cash ainda era casado com Vivian Liberto, com quem teve quatro filhas (Rosanne Cash, Kathleen Cash, Cindy Cash e Tara Cash). June Carter também era cantora e gostava de fazer umas piadinhas nos palcos, rsrs. Desde que a conheceu, Johnny Cash passou a viver em função do amor que sentia por ela. Anos depois, June Carter se rendeu ao amor de Johnny Cash, os dois se casaram e viveram durante 35 anos.

No dia 15 de maio de 2003, June Carter morreu devido a complicações decorrentes de uma cirurgia que havia feito no coração.

No dia 12 de setembro de 2003, Johnny Cash veio a falecer vítima de diabetes, mas eu penso que a causa da sua morte foi outro motivo bem mais forte. Acredito que Johnny Cash morreu por amor, não agüentando viver sem June Carter ao seu lado.

...

O álbum "American III: Solitary Man" lançado em 2000, é o meu preferido. O álbum é marcado por ser uma resposta de Johnny Cash a doença que o acompanhava e também tem uma puta versão da música “One” do U2. Além disso, é um álbum no qual acabo tendo uma certa identificação, a começar pela faixa título, “Solitary Man”.

No "American IV: The Man Comes Around" lançado em 2002, o que ele fez com a música “Hurt” do NIN foi algo fantástico. O clip dessa música é bem emocionante.

Johnny Cash era dono de uma puta voz marcante, tinha uma maneira bastante particular de tocar violão, fez grandes canções, fez ótimas regravações que de tão boas são incomparáveis com as suas versões originais, enfim, Johnny Cash foi foda!

“Folsom Prison Blues”, “Cry Cry Cray”, “Hey Porter”, “I Walk The Line”, “Don’t Take Your Guns To Town” e “Ring Of Fire”, são apenas alguns dos inúmeros sucessos que tornaram Johnny Cash o maior nome da música country. Pra quem gosta de música e não conhece..., garanto que você não se arrepederá.

Ah, em 2005 foi lançado o filme “Walk The Line” que é um ótimo filme e eu também recomendo.

Outra coisa, não posso esquecer de mencionar aqui que quem me apresentou Johnny Cash foi o meu guru, Joaquim Marinho, locutor do programa Zona Franca. E também gostaria de mandar um beijo pra Dri Carter, rsrs...

Beijos e abraços, fiquem bem...


Ecos do meu silêncio...

O nome “Ecos do meu silêncio...” foi a melhor maneira que encontrei para batizar este lugar aonde vagam alguns pensamentos que resultam das conversas que sempre tenho com uma fiel amiga que há anos me acompanha.
Partindo de um sentimento, nossas conversas estão sempre caminhando entre os pares opostos da vida (a alegria e a tristeza; a riqueza e a pobreza; o bem e o mal; a fome e a fartura; o sorriso e a dor; a coragem e o medo; a vitória e a derrota; a bem-aventurança e a desgraça.).

Sempre procuramos manter um ponto de equilíbrio nas conversas para que sigamos da maneira mais tranqüila possível, mas nem sempre é possível. Uma vez ou outra, as opiniões contrárias fazem com que a conversa se torne intensa e, quando percebemos, estamos sendo consumidos pelo assunto em questão. Daí a necessidade de se afastar deste lugar.

Enfim, é isso.

Ah, quanto a foto, foi tirada por uma amiga, Silvia Fernandes :)

Até...

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Freddie Mercury

No dia 05 de setembro de 1946, nascia Farokh Bommi Bulsara, mas conhecido como Freddie Mercury.

Ao lado de Bryan May, John Decon e Roger Taylor, Freddie Mercury fez parte de umas das maiores bandas de rock que o mundo já pôde conhecer, o QUEEN. Uma banda incomparável, formada por um grande guitarrista, um grande baixista, um grande baterista e um poderoso vocalista. Juntos, ganharam o mundo.

Você conhece um grande guitarrista como Jimi Hendrix, um baterista tão grande quanto John Bonham ou um baixista melhor do que Jaco Pastorius? Todos únicos e grandes gênios naquilo que faziam. Assim é com Freddie Mercury que não só foi o maior cantor como também foi um grande compositor.

Freddie Mercury faleceu na noite do dia 24 de novembro de 1991, vítima de AIDS.

Lembro bem da notícia de sua morte sendo anunciada no Jornal Nacional. A partir daí, o QUEEN passou a fazer parte da minha vida.

Para quem não conhece o QUEEN, aqui vão três sugestões:

THE GREATS HITS QUEEN I
THE GREATS HITS QUEEN II
THE GREATS HITS QUEEN III

No mais, beijos e abraços.